quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Frase irritante do momento (X)

Net, net.

Mais uma moda no mundo empresarial. Emprega-se habitualmente no final de um discurso próprio ou de outrém e não tem outro objectivo senão resumir e retirar o sumo do que foi dito. A mim irrita-me, pronto. E irrita-me sobretudo o facto de facilmente se disseminar pelos inocentes.
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Descorçoada

É como me sinto hoje. Não é nada muito profundo ou preocupante, mas está cá numa dose q.b. suficiente para chatear e fazer mossa.

Rais parta o amor, os sentimentos dualistas e dúbios, o rácio coração/razão, as rotinas baças e esta impotência perante as vontades inconsistentes dos outros... e as nossas!
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domingo, 8 de janeiro de 2012

A Voz de Portugal já dá cartas

Gostei da gala de ontem. Houve interpretações excelentes. É muito bom ver e saber que há novos grandes talentos em Portugal.

Para mim o mais grande foi o Denis Filipe. Este homem só já vive da música e eu espero que ele possa ser amplamente reconhecido em breve.



A grande injustiça da noite quanto a mim foi a eliminação da Joana Barata.



Não há comparação possível entre o seu desempenho e o da jovenzinha que a bateu. OK, a míúda tem uma voz mais ou menos, mas ontem pareceu-me estar francamente mal. Infelizmente, o estúpido e insensível público é soberano. Fica a coisa.



Destaque também para a Salomé Caldeira. Gira que até irrita (lol) e afinada até mais não.
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Esta selva incomoda-me

Estou farta de pertencer a uma área de suporte de uma empresa, que ainda por cima é normalmente apelidada de dificultadora do negócio por zelar pelo cumprimento da lei (e protecção da empresa, mas isso parece nunca lembrar a ninguém). Por várias razões.

As pessoas são todas vistas como números.

Só importam os resultados no final do mês, a.k.a. vendas.

Por mais que os grandes nos digam que nos apoiam, a verdade é que não apoiam nunca. Nunca vi um director tomar o partido de alguém de suporte em detrimento de alguém comercial.

Por mais que façamos, é sempre pouco e isso traduz-se na falta de apreço que demonstram sentir por nos excluírem sempre de todas as actividades entre amigalhaços.

A transparência é algo inexistente. Hoje dizem-nos que somos importantes mas amanhã concluimos que fomos preteridos e se perguntarmos porquê, dir-nos-ão que somos conflituosos, que só levantamos problemas e que, para piorar, não apresentamos soluções.

A falta de respeito e insolência nos meios muito competitivos é, no mínimo, insultuosa.

Não sou uma pessoa insegura e como tal não preciso de palmadinhas nas costas para me sentir válida e para saber que o sou. Mas não consigo ser uma banana que assiste a tudo impávida e serena de cara alegre, como já me pediram para fazer.

Este mundo supostamente civilizado está demasiado primitivo e anárquico para mim.

Tornou-se impossível esperar um simples sorriso de apreço ou uma singela atitude de gratidão desprovida de interesse por parte dos nossos interlocutores do dia-a-dia.

É para isto que vivemos?
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