terça-feira, 28 de agosto de 2012

Carolina Deslandes - Primeiro original

Sempre gostei desta miúda, dada a conhecer no Ídolos de 2010. E esta interpretação só vem comprovar a minha preferência.


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Príncipe Harry Nú

Adoro esta saga, especialmente porque uma certa amiga minha, no facebook sempre partilhava as ligações da página do Príncipe (não criada pelo próprio mas pelos admiradores - esta última palavra resulta melhor do que quando nos referimos a um príncipe...) deixou subitamente de o fazer.

Não consigo apreciar beatas plebeias aspirantes a realeza (somente no mais profundo e inatingível sonho, claro!) que passam a vida a dar graças a Deus publicamente pela vida que têm (que foi Deus afinal que lhes deu, naturalmente) e detestam quebrar o protocolo.

Ora toma lá e embrulha!

God save the Prince!
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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Verdade relativa

Desculpa lá oh Miguel, mas a mensagem desta música só é válida para as mulheres que têm marido. Aos meus olhos, os maridos das outras não são assim tão ideais. Antes pelo contrário. E a alguns parece que não lhes chegam as suas mulheres para amolar, que ainda vêm amolar as amigas das mulheres. Haja paciência, mas a mim às vezes falta-me!


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segunda-feira, 6 de agosto de 2012

70 anos de música e emoções

Caetano Veloso. E que venham mais 30 pelo menos!


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Frase irritante do momento (XIII)

Já estava assim no...

Sendo que por vezes até não está. E mesmo que estivesse, a cabeça serve para quê? Para enfeitar o pescoço? Detesto falta de humildade e insolência sub-reptícia.
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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Egoísmo?

Não, obrigada!
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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Problema de expressão?

O meu anterior pseudo-chefe fechava sempre os olhos em jeito de elevada concentração mental sempre que eu proferia mais de 10 palavras seguidas. Fazia-me sentir uma autêntica intelectual...

A minha actual pseudo-chefe disse-me hoje que eu consigo estar a falar durante 10 minutos e ela consegue não entender nada. Motivador, hein?

Tudo numa boa e com risos à mistura, é certo, mas a mim dá que pensar. Eu acho que até uso linguagem de senso comum, mas pelos vistos não o suficiente.

Há situações em que temos mesmo de chamar os bois pelos nomes, por mais estrangeiros que eles soem, pá! E além do mais há nisto um certo espírito pedagógico. Só não vê quem não quer. Ou quem não pode...

domingo, 29 de julho de 2012

Difícil de entender

Porque é que há pessoas que relatam cada espirro, cada bocejo e quase cada piscar de olhos no facebook? Já excluí do meu feed algumas que tais e parece que vou ter de alastrar a erradicação.

Há depois outras que vêm contar a vida pessoal com todos os pormenores como se estivessem na sofá do psicólogo a ser espremidas até à exaustão. E ainda por cima a maioria escreve mal que se farta. Mas não devem sabê-lo porque se soubessem teriam certamente vergonha de tão triste exibição. Ou talvez não. Porque há valores que só alguns temos e que aos olhos dos outros são mesquinhices e manias. Seja...

De facto, se calhar é uma pena que o facebook seja gratuito. É que não há mesmo forma melhor de fazer selecção natural obrigando a malta a pagar.

Saturada dos traques e profundezas alheias!!! Salvo seja.

Programação sentimental

Devia existir. Não importa como, se à distância, tipo telecomando de televisor, se radical, tipo cabos do filme Existence. Seria bastante contra-natura, tal como a definimos, mas se a natureza já é desafiada em tantos aspectos, só mais um não faria grande diferença, pois não? E poupar-nos-ia a sentir sem sentido, a sonhar sem verdade e a lutar contra nós próprios. Tentador...

sábado, 21 de julho de 2012

Equador

Grande livro. Superou muitíssimo as minhas expectativas. Não que não tivesse ouvido as inúmeras críticas positivas e sabido das também inúmeras tiragens que tem. Mas a verdade é que eu não vou normalmente em vícios e aclamações das multidões e achei que não me fascinaria, daí ter protelado até agora a sua leitura.

Brilhante trabalho de pesquisa histórica que até consegue alapar-lhe uma (inconsciente) desinteressada por tais temáticas. Eu, entenda-se.

O final é surpreendente e trágico. Demasiado trágico até. Senti-me como se tivessem tirado o tapete que me sustentava, tendo vindo por ai abaixo, e só parando quando voltei a ter discernimento para perceber que aquilo era contudo ficção, e ficção alheia. Aspecto deveras importante este. É que cada um de nós também tem as suas próprias ficções (a que muitas vezes gostamos de chamar sonhos) e o mergulho é por vezes tão profundo que custa vir à tona da crua e nua realidade.

Equador é isto. Uma sustentada construção e repentina desconstrução de sonhos que nos relembra que a ficção se baseia afinal na realidade.
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Outlier

Já me chamaram coisas piores. E parece que sou mesmo. Feliz ou infelizmente, eis a questão.
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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Portugal! Sempre!

Apesar dos ventos contrários em muitas frentes (demais até), esta nação e os seus naturais vão resistir e triunfar. Pode tardar mas não irá faltar. Palavra de Portuguesa convicta.

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sábado, 23 de junho de 2012

É mais ou menos isto...


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Frase irritante do momento (XII)

I share your frustrations.

Não é frustração, amiguinhos (sim, porque são várias almas a proferi-la). É estupidez humana, prepotência e desrespeito e eu não consigo assistir impávida e serena e lá vai sarrafada, pois claro!
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Joshua Ledet

Para mim a revelação da 11ª temporada do American Idol. Musicalidade e interioridade a perder de vista. Fica uma cover de uma das minhas músicas preferidas, do grande Josh Groban, You raise me up.

Aposto que este senhor que é ainda um menino vai dar muito que falar.



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terça-feira, 15 de maio de 2012

Frase irritante do momento (XI)

Temos de nos sentar...
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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Diferentes realidades

... e diferentes necessidades.

Ao fim de um dia de trabalho esgotante, o que me apetece é estar com os meus botões e não ter ninguém a gastar-me ainda mais a já desgastada cabeça. Talvez seja egoísmo, falta de resistência, impaciência, ou então somente uma característica como outra qualquer e até, eventualmente, válida e aceitável.

Aos meus pais o que lhes apetece à noite é ouvir-me e ver-me e saber do meu dia e conversar até mais não. O desfabafo até é bom e sabe bem ter com quem o fazer. Mas que a sensação de transportar as agruras do trabalho noite dentro e a sensação de não ser compreendida quando peço algum espaço e tempo, me consomem, é inegável. E a pressão é tanta que as lágrimas só não saltam para não parecer a mim própria excessiva e inultimente dramática e rídicula.

Há dias assim...
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Trabalhar versus Atrapalhar

Cheguei a uma conclusão. Não foi agora. Já foi há algum tempo, mas só agora me deu para partilhar.

O meu conceito de trabalho é diferente do de muitas pessoas. Entristece-me deparar-me a toda a hora com pessoas que fazem o mínimo dos mínimos e que ainda por cima atrapalham mais do que trabalham. É difícil distinguir se não chegam lá porque não conseguem ou simplesmente porque a preguiça mental e acomodação não as deixam. Faz-me impressão e sou obrigada a tolerar quando acontece a quem não está directamente ligado a mim ou sob a minha alçada, embora lute sempre contra esta tendência. Mas faz-me ainda mais impressão e não consigo mesmo tolerar se os protagonistas são pessoas que me reportam.

Sinto-me impotente e uma carrasca porque passo demasiado tempo a reclamar e continuo a ver os mesmos erros e as mesmas negligências a cada passo. É como falar para paredes. A sociedade actual não permite que as pessoas ajam assim. Parece-me também ser uma questão geracional, daquela malta a quem nunca faltou nada e que acha que há-de haver sempre alguém para os salvar e remediar as merdas que fazem. Com isto, passam a vida a encostar-se ao parceiro do lado e a não sentir como seus os assuntos que lhe calham.

Sinto-me numa encruzilhada e não gosto da sensação. Uma opção será retirar responsabilidades, mas a fazê-lo, elas vão inevitavelmente cair sobre mim. E eu já sou a que menos erros comete apesar das tantas preocupações a mais que tenho, e não me parece justo que seja exactamente eu a mais lesada nestas circunstâncias.

Eu sei que sou perfeccionista, mas é tudo uma questão de conceito. Trabalhar é fazer bem feito. Não é fazer por fazer sem zelar pela qualidade do produto final. E muito menos é criar mais entropia onde ela já abunda e atrapalhar quem trabalha.
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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Sentence of the day by myself

Team spirit starts with listening to others and giving them a sign that we care.
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sábado, 21 de abril de 2012

Omar Sy


Um excelente actor.

Um deleite para os meus olhos. Mamma mia!

sexta-feira, 16 de março de 2012

Surpresa ou nem por isso?

Hoje perguntaram-me sem mais nem menos se podemos pôr preservativos no forno. Sendo que é suposto comercializá-los a seguir.

Eu diria, e disse, que não.

Mas inesperadamente há quem diga que sim. Há algum empirismo neste parecer, desconfio.

O exemplo dado foi: É como se fores pôr a mão num forno quente. Não a deixas lá 1 minuto, mas uns segunditos não faz mal nenhum.

Será que os preservativos têm goelas para se queixar do queimor antes de morrerem para a vida? Hhhhmmmm... diria que não. A não ser que sejam high-tech!

E foram feitos testes para ver se é possível? Digo eu do alto a minha "ignorância". Hhhhmmmm... pois, parece que não!

Como diria a outra: É metermo-nos numa banheira cheia de água e cortar os pulsos!!!
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Lloyd Cole mágico

Ouvir Lloyd Cole é sempre uma experiência e tanto. Ver Lloyd Cole ao vivo é uma experiência que fica difícil de descrever por palavras, dada a carga sensorial da coisa.

Lloyd Cole é uma figura peculiar. Entra em palco com postura de culpado de um qualquer crime hediondo. Como se quem o espera estivesse ali para o julgar severamente. Não acho que seja "género". Parece-me ser mesmo um comportamento genuíno de um ser simplesmente tímido e algo expectante ou até ansioso.

Lloyd Cole não precisaria de dialogar com o seu público para o captar. Quem lá está, está de corpo e alma com a forte convicção de que bastam a voz e a guitarra. Claro que a interacção acaba por ser uma mais-valia porque este senhor tem o condão de ser daquelas pessoas das quais saem poucas mas boas. Até se obriga a fazer merchandising durante a actuação. Pelos vistos os CDs e as t-shirts nao têm tido tanta saída quanto o desejável. Mas são de algodão de boa qualidade, diz ele a tentar converter-nos. E tem piada, o magano!

A verdade é que há oportunidades na vida que não devemos desperdiçar e esta foi muito bem agarrada pela minha pessoa, diga-se em abono da verdade.

Ficaria a ouvir Lloyd Cole até à eternidade. Parece que é verdade o que dizem. Não há mesmo amor - musical - como o primeiro!
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domingo, 4 de março de 2012

sábado, 3 de março de 2012

Escrito nas estrelas

Muitos aspiram ser artistas. No entanto, só alguns conseguem sê-lo. Ser artista implica invadir almas e fazê-las transportar-se a um plano que não é terreno, mas sim estrelar.

Ver e ouvir Carminho em palco é o paradigma desta assunção. Alma é muito mais do que o nome de uma obra musical. Alma é possivelmente a mais certeira das palavras que definem a artista. O auditório Olga Cadaval rendeu-se inteiramente ao talento, musicalidade, inspiração e naturalidade que de Carminho transbordam. Aconteceu um crescendo notório de envolvência e cumplicidades impossível de esquecer. Carminho canta para si própria mas chega a nós como ninguém. E haverá maior lisonja para um público do que sentir que alguém plenamente seguro de si e altamente perfeccionista, lhe quer agradar tanto como a si próprio?

Por mais palavras com que se tente descrever a experiência de ver e ouvir Carminho em palco, ficará sempre a sensação de que tudo ficou por dizer e contar. Há toda uma garra fadista entranhada que nos faz reviver o fado bairrista e gingão de antigamente mas em simultâneo inundam-nos uma doçura e tranquilidade indescritíveis. Talvez seja por isto mesmo, o facto de indiciar uma certa contradição, que nos faz ficar completamente fixados e dependentes e que querer que não mais termine.

"És grande, Carminho!" fez alguém impor a sua voz do meio do público a certa altura. A humildade e carinho com que a artista recebe o elogio são comoventes. Mas é toda uma comoção que lhe sai da alma claramente sem a mínima pretensão de o mostrar e isso comove-nos.

Que bom que Carminho encontrou o seu caminho. Que bom que nós a encontrámos também!

domingo, 26 de fevereiro de 2012

70 anos

De carreira!



Eunice Munõz completou 70 anos de carreira no final de 2011. É um feito!


Vi-a há poucas semanas em "O Cerco a Leningrado", peça de José Sanchis Sinisterra encenada por Celso Cleto e onde contracena com Maria José Pascoal.


Desta experiência ficará para sempre na minha memória a sua energia, dedicação, prazer e alegria, certamente de magnitude igual ou maior à que teria quando iniciou a sua carreira nos longínquos anos da década de 40. É mesmo impressionante, reconfortante e até invejável poder assistir a tal façanha.


É demasiado desejar o mesmo para nós próprios. Mas a verdade é que são casos inspiradores como estes que nos dão aquela réstea de esperança de que possamos ainda encontrar-nos e retirar da vida o máximo dos máximos.


Restará desejar-lhe longevidade com esta mesma qualidade de vida.

Abraço

Hoje quis tanto sentir um abraço!

Não consegui perceber se queria Aquele abraço ou simplesmente um abraço forte, abrangente, reconfortante e excitante como aquele. A saudade de um abraço assim já pesa.

Sinto, no entanto, que aquele ou um outro abraço chegará. Há coisas que não se explicam. E ainda bem porque nem só de racionalidade é feita a vida.

Vergonha!

Achava eu que a era dos Feios, Porcos e Maus já era. Pelos vistos não. É vê-los na TV a toda a hora. A comunicação social e justiça em Portugal vão de mal a pior. Ser figura pública é suficiente para se sair impune de todas a atrocidades cometidas (e não me venham dizer que se é inocente até prova em contrário porque onde há muito fumo há fogo) e dá direito a prescrição e tal. Já os ilustres desconhecidos, esses não podem sequer mijar fora do penico porque incorrem logo numa pena maior.

Se houver vida em Marte, mudo-me para lá!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Frase irritante do momento (X)

Net, net.

Mais uma moda no mundo empresarial. Emprega-se habitualmente no final de um discurso próprio ou de outrém e não tem outro objectivo senão resumir e retirar o sumo do que foi dito. A mim irrita-me, pronto. E irrita-me sobretudo o facto de facilmente se disseminar pelos inocentes.
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Descorçoada

É como me sinto hoje. Não é nada muito profundo ou preocupante, mas está cá numa dose q.b. suficiente para chatear e fazer mossa.

Rais parta o amor, os sentimentos dualistas e dúbios, o rácio coração/razão, as rotinas baças e esta impotência perante as vontades inconsistentes dos outros... e as nossas!
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domingo, 8 de janeiro de 2012

A Voz de Portugal já dá cartas

Gostei da gala de ontem. Houve interpretações excelentes. É muito bom ver e saber que há novos grandes talentos em Portugal.

Para mim o mais grande foi o Denis Filipe. Este homem só já vive da música e eu espero que ele possa ser amplamente reconhecido em breve.



A grande injustiça da noite quanto a mim foi a eliminação da Joana Barata.



Não há comparação possível entre o seu desempenho e o da jovenzinha que a bateu. OK, a míúda tem uma voz mais ou menos, mas ontem pareceu-me estar francamente mal. Infelizmente, o estúpido e insensível público é soberano. Fica a coisa.



Destaque também para a Salomé Caldeira. Gira que até irrita (lol) e afinada até mais não.
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Esta selva incomoda-me

Estou farta de pertencer a uma área de suporte de uma empresa, que ainda por cima é normalmente apelidada de dificultadora do negócio por zelar pelo cumprimento da lei (e protecção da empresa, mas isso parece nunca lembrar a ninguém). Por várias razões.

As pessoas são todas vistas como números.

Só importam os resultados no final do mês, a.k.a. vendas.

Por mais que os grandes nos digam que nos apoiam, a verdade é que não apoiam nunca. Nunca vi um director tomar o partido de alguém de suporte em detrimento de alguém comercial.

Por mais que façamos, é sempre pouco e isso traduz-se na falta de apreço que demonstram sentir por nos excluírem sempre de todas as actividades entre amigalhaços.

A transparência é algo inexistente. Hoje dizem-nos que somos importantes mas amanhã concluimos que fomos preteridos e se perguntarmos porquê, dir-nos-ão que somos conflituosos, que só levantamos problemas e que, para piorar, não apresentamos soluções.

A falta de respeito e insolência nos meios muito competitivos é, no mínimo, insultuosa.

Não sou uma pessoa insegura e como tal não preciso de palmadinhas nas costas para me sentir válida e para saber que o sou. Mas não consigo ser uma banana que assiste a tudo impávida e serena de cara alegre, como já me pediram para fazer.

Este mundo supostamente civilizado está demasiado primitivo e anárquico para mim.

Tornou-se impossível esperar um simples sorriso de apreço ou uma singela atitude de gratidão desprovida de interesse por parte dos nossos interlocutores do dia-a-dia.

É para isto que vivemos?
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