domingo, 31 de julho de 2011

Daquilo que temos

O que temos e o que queríamos ter nunca são uma sobreposição exacta, pois não? E isto acontece mesmo que se tenha muito ou, melhor, que terceiros considerem que temos muito afinal.

Dói mais não ter quando se sabe como seria se se tivesse, isto porque já se teve um vislumbre do que é ter. Mas dói mais ainda viver agarrado à ilusão daquilo que sabemos que poderíamos ter, mas que por uma razão que nem sempre identificamos, afinal não temos mesmo...

É profunda a angústia de sentir e não poder nem querer tocar. Mas é maior a angústia do silêncio, da incerteza e da desconfiança.

O amor não é um lugar comum. É um estado volátil que nem sempre se consegue segurar dentro deste nicho gourmet que é o nosso coração.
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terça-feira, 19 de julho de 2011

Deixa-me lá...

... povoar o blog com algo antes que o Sr. Blogger se lembre de me banir de vez. Há silêncios que valem mais que mil palavras. Lugar comum. Mas é isto...
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Brutal!!!


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