sexta-feira, 8 de outubro de 2010

O requinte da finalização



Não está um miminho? É o meu quarto depois da passagem de um vendaval chamado empregada doméstica.

Sou daquelas pessoas que acha que para se ensinar a fazer bem, tem de se saber fazer bem também. Gosto de ensinar e de explicar a forma que considero certa. Mas não me lembro de explicar o óbvio. E nem acho que se de uma pessoa com a mínima noção do conceito arrumação se tratasse, tivesse de o fazer.

Como costumo dizer, a minha empregada desarruma-me a casa, não a arruma! Pelo menos limpa e engoma mais ou menos decentemente (embora já tenha desgraçado umas 3 peças de roupa - esticanços irreversíveis de malhas ou rasgões por ferro quente). Se calhar já devia dar graças a Deus por este facto e não me queixar de pormenorzecos...

Há pelo menos 5 detalhes chocantes nesta imagem.

Querem enumerá-los?

(Não é uma charada tão interessante quanto aquelas de descobrir através do rasto quem é o assassino - o que é de louvar, já que estamos a falar do meu quarto - mas pode ser interessante descobrir que afinal sou eu que sou uma picuinhas do pior e a rapariga, afinal de contas, até é perfeitinha.
.

Sem comentários: