sábado, 19 de junho de 2010

Heartbroken

However not in that strict sense that would first come to our mind. I feel it more as a bodybroken thing because it affects heart, brain and all my senses. It is hard to describe what the end of a cycle and the beginning of a new one makes to your life. Mixed feelings. Fear. Expectations. Like I told him, eve having had some hard fights, at the end we eventually understood that we were on the same side, fighting for the same goals but defending our beliefs with all our strengths throughout the process with our necessarily different approaches towards subjects. It was good. No, it was great indeed! And I really wish our paths may cross again because relationships of this kind, that make us believe in a kind and wise human nature, are not easy to find. Life's much easier when you have people that you admire surrounding you. At least this is a must in my life to make me feel alive.

Cheers, my good friend!


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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Primeira impressão - Sim ou não?

Há algum tempo ouvi de um colega, a propósito de uma reunião de apresentação que íamos ter à nossa nova directora, que era importante transmitirmos sensação de equipa porque a primeira impressão é a que conta mais. Lamento, mas discordo totalmente e garanto que não é só para ser do contra. A primeira impressão é importante, sem dúvida, porque é a partir dela que criamos expectativas sobre a pessoa e é bem possível que o nosso comportamento se adapte por via dessa primeira impressão. A partir daí, o conteúdo da primeira impressão fica esvaziado. Quantas vezes não ficamos com uma péssima impressão de alguém e depois acabamos por nos supreender positivamente? E quantas vezes não acontece o contrário? Conhecemos alguém que nos parece um doce e depois acaba por se revelar a antítese daquilo que idealizámos.

Muitos de nós usam mecanismos para impressionar o parceiro e muitos de nós revestem-se do seu escudo protector criando uma imagem de impenetrabilidade que depois, com o tempo, acaba por se revelar bem superficial. O ideal mesmo (e lá venho eu com a enfadonha história da coerência, etc e tal) seria que a primeira impressão correspondesse à impressão sustentada porque isso significaria ausência de recurso a comportamentos adaptados. Esta frase também pode ser controversa porque há quem defenda que os comportamentos adaptados são necessários. Talvez o sejam, mas não de modo a mascarar e deturpar grandemente uma personalidade.

Se alguém quiser fazer o obséquio de comentar (nem que sejam os anónimos que me visitam, já que os outros parece que me abandonaram de vez), faça favor. Mas sejam claros. É que das últimas vezes que me deixaram aqui um comentário, o comentário era em inglês e o autor tinha um user de um blog escrito em Japonês (presumo!). O visitante elogiava a forma de escrever. Só não fiquei a perceber se era a minha ou a do spam que tinha posto o primeiro comentário ao post...

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Piada do dia

Dois tugas de aspecto duvidoso e badalhoco passeiam-se no paredão daqui. Diz um para o outro ao passarem por mim:

- Olha uma Espanholita boa!

A culpa é toda do ditado "Em Roma sê Romano". Ou então da parolice.

Medo!

Uma das últimas vezes que tive o prazer de olhar para o Inbox da minha última chefe do meu anterior emprego, ela ostentava para cima de 5 mil emails (sim, 5000!!!) . O número não era muito diferente do do Inbox da minha anterior chefe do actual emprego há cerca de 1 ano: mais de 2 mil!

A invasão das caixas de email laborais é um dos temas da actualidade no meio empresarial. Por um lado, pelo facto de ser uma porta de entrada de material válido (e que normalmente requer a nossa atenção e resposta) mas também de muito lixo (os cc's são um inimigo pior que o spam, diria). Por outro lado, porque se assume que a produtividade de alguém (i.e., o quanto bule para merecer o salário no final do mês) é proporcional ao tamanho da dita caixa.

Julgo que há um horror instalado de se assumir que se tem um Inbox manejável. Para mim o verdadeito horror é ter um Inbox a perder de vista. Não sendo propriamente uma caloira nas lides laborais (12 anos de utilização de Outlook em empresas diferentes e com funções diferentes serão mais que suficientes para opinar sobre o tema), não acredito que em 12 anos tenha sistematicamente menos trabalho que o colega do lado e sinto-me no direito de dizer que habitualmente um Inbox milionário significa desorganização. Isto espelha-se quando surgem aqueles diálogos giros do tipo:

- Viu aquele email de fulano tal?
- Ah... sim, sim... e até respondi.
- Respondeu? Então não me fez cópia...
- Deixe-me ver. (5 minutos passam) Que raio!? Eu tenho a certeza que li e respondi! O email deve estar com um problema qualquer.
- Pois... mas então é melhor ver de novo.

Confesso que não digo na minha empresa (a não ser às pessoas que trabalham sob a minha supervisão, na esperança de lhes incutir bons métodos) que 3 dezenas de emails no Inbox é aquilo que considero gerível. Se considerarmos que no Inbox, nos Sent items e nas Tasks estão os assuntos pendentes (a soma total rondará os 70 - 80), parece-me quantidade mais que suficiente de assuntos geríveis pelo (meu) cérebro e que justificam o (meu) salário, não?
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domingo, 6 de junho de 2010

(Des)Centralização

Foi impressão minha, ou a certa altura os governantes do nosso país começaram a tomar medidas (ou a dizer que iam tomá-las) para incentivar as populações de locais que não os grandes centros urbanos para aí se manterem? Então, não será que fechar escolas nas santas terrinhas não vai contrariar essas medidas? Eu não entendo nada de rentabilidade do sistema escolar Português, mas a verdade é que não sei se a saída da bancarrota (na qual ainda teoricamente nem entrámos) passa por fechar escolas e mais escolas. Assim a olho nú consigo ver mais desvantagens que vantagens; diminui-se a qualidade de vida de miúdos e pais e aumenta-se o desemprego em pelo menos 500 cabeças. Será que deixar de rentabilizar as infrastruturas vai angariar fundos suficientes para pagar o subsísio de desemprego a mais um número considerável de desempregados? Ou será que a breve trecho vai haver mais uma meia dúzia de medidas de austeridade para cobrir o prejuízo?