terça-feira, 2 de março de 2010

Posso não comentar?

A primeira eliminatória do Festival da Canção?

Ok, obrigada!

Oi? Hein? Ah... querem que eu comente... Oh pá... bem. Mas só um bocadinho, tsááá?

A sexta questão que se impõe é: Com canções tãããão boooooaaaaas, como é que conseguiram ficar-se apenas por 2 eliminatórias? Eu teria feito para cima de meia dúzia. Portanto, para já me insurjo contra essa falta de iniciativa e claro bloqueio às manifestações artísticas de altíssimo gabarito.

Festival da.... Canção? Canção... canção... isso não era aquele conceito de juntar música e letra num só, baralhar e fazer emitir algo com uma sonoridade minimamente melodiosa? Ah... não? Também pode ser falado e gemido e cuspido? bem... tempos modernos, há que enfrentar a realidade sem medos!

(Entretanto estou para aqui a tossir... com tanta ventoínha, quem ficou constipada fui eu.)

Desta vez, mas do que os habituais vento, sol e mar, tivemos um arco-íris. Ter, ter, não tivemos porque as 3 maganas engoliram-no e não deixaram réstea para o povo desfrutar.

Também tivemos Carlos Santana e Simone d'Oliveira. Foi bom recordar. Tivemos Luís Caboco a agonizar (coitado do homem... há que dar mais condições de vida aos reformados deste país!) e tivemos, sobretudo, muita tralha p'ra reciclar. Vá lá, não sejam maus... não pensem dessa forma. Algum ecoponto os há-de querer!

A única canção com melodia? A dos tais The Agency. O resto foi... paisagem? Hhhhmmm... don't think so.

PS: Uma mensagem de especial carinho para a Vanessa. Amori, os teus fãs hão-de ficar entrevadinhos para não te poderem mandar mais para essa provação anual. Deus é pai, vais ver.
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