domingo, 31 de janeiro de 2010

E por falar em socos no estômago...

... levei um daqueles bem assentes na sexta-feira. Mas como sou uma senhora com "S" grande (na opinião de alguns isto poderá querer antes dizer dissimulada, se bem que eu prefiro apostar no actriz convincente para própria salvaguarda) nem pestanejei. Sim, foi isso. Julgo mesmo que terá sido a única alteração no meu fácies, a diminuição da cadência do pestanejo. :)

A parte positiva? O pender da balança para o lado das raízes e do aconchego da alma.
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Medo


Será mais seguro esperar pelo belo do DVD, uma vez que este senhor tem o condão de me deixar sempre nauseada (para não dizer à beira do desmaio) e numa sala de cinema é capaz de ser um bocadinho inconveniente...

Alguém já viu?
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Se Portugal podia viver sem este ídolo?


Poder até podia, mas não seria a mesma coisa.
Não era o meu favorito no início, aliás, nem sei se tive um favorito. Acho que tinha 2 ou 3 a par e passo e o Carlos não fazia parte do leque.
Umas semanas de visionamentos (como é bem dizer) permitem-me concluir que o miúdo é bom. Muito bom, mesmo. De longe, o que mais encaixa no conceito de ídolo.
Tem projecção vocal. Tem carisma. É habilidoso nas escolhas e abordagem ao público e staff do programa (sem chico-espertice ninguém se safa neste mundo cão!). É afinado. Tem garra para dar e vender e, ai, como este país precisa de gente com garra para dar o exemplo e motivar desmotivados e desmotivadores!
O Sr. Manuel Moura dos Santos até pode perceber de música mas acho que ainda não viu bem o filme. Ou não ouviu bem a canção! De certeza que há-de haver por aí um mecenas que lhe forneça umas ortóteses para o auxiliar.
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Hhhhhhmmmm...


Idosos de Setúbal a patrulhar a Avenida Luísa Todi para detecção de actos condenáveis pela sociedade? A troco de 2,6 € à hora e um telemóvel em punho para reportar os achados?

Não sei, não, mas acho que a iniciativa vai dar molho (daquele avermelhado e viscoso). Sendo que o "pernas para que te quero" dificilmente poderá ser posto em prática, diria eu que a integridade do corpinho vale bem mais do que a quantia oferecida e a relação risco-benefício deveria ser fortemente equacionada.
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

A EDP precisa de concorrência a valer


Ai precisa, precisa!

É inacreditável como no século XXI zonas residenciais ficam sem electricidade horas a fio. É mais incrível quando isto acontece de forma recorrente e sem que haja uma explicação lógica para o facto (se calhar não há mesmo). Sobrecarga? Mau tempo? Imponderáveis? Seja o que for, eu gostava de saber se a EDP já ponderou fazer uma redução nas facturas dos utentes lesados de modo a que estes não se sintam assim tão lesados.

Que os particulares não tenham voz activa nem poder para pôr aquela gente na ordem, eu ainda entendo porque seriam precisas muitas vozes em uníssono e uma acção concertada para o atingir. Agora que as superfícies comerciais tenham prejuízos de centenas ou mesmo milhares de Euros, e fiquem serenas, isso eu não entendo mesmo. Ao fim e ao cabo, como isto está tudo entregue aos mesmos, uma mão lavará a outra!

A minha vontade? Cancelar de imediato a ordem de débito da EDP na minha conta à ordem e enviar-lhes um e-mail a comunicar o facto. O consumidor continua a pagar um serviço de que não usufrui, cuja ausência causa danos na vida pessoal e profissional e, com alguma sorte, ainda tem de desembolsar uns Euros jeitosos para reparar um frigorifico ou outro electrodoméstico apanhado na curva...

Morei na margem sul 30 anos e nunca as falhas de energia foram superiores a uns breves minutos. É preciso vir morar para a linha, para me deparar com situações dignas da idade da pedra lascada. Ou isto aqui deste lado é anárquico ou o país está a afundar, quando até já nos tentaram convencer de que está em franca recuperação.

Um bocadinho de vergonha na cara e mais respeito por quem paga, por favor!!!
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Pragmatismo

No Oftalmologista:

Doente: Doutor, é um bocado desesperante porque já ando nisto há 2 meses!

Médico: Sabe, eu às vezes gostava de ser Veterinário... (risos)... os casos difíceis mandam-se para abate...

bem...
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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

A Marte



Grande som! O trocadilho fonético está muito bem conseguido. É dos João Só e Abandonados .

Para quem não conhece. E para quem conhece, nunca é demais ouvir mais uma vez.

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Expressões idiomáticas

Traduzir expressões idiomáticas é tramado. Mesmo.

Passou agora no Jornal da Noite da TVI o trailer de Alice in Wonderland de Tim Burton e a expressão idiomática Mad as a hatter apareceu traduzida como Louco como um chapeleiro. Espero bem que isto seja apenas uma tradução rápida (muito rápida) alinhavada pela TVI e que a tradução do filme, que promete, venha a ser de melhor qualidade.

Mad as a hatter não deve ser traduzido literalmente, uma vez que a expressão resultante não existe enquanto expressão idiomática em Português, perdendo-se a graça e até o objectivo da mensagem. Mad as a hatter é tão simplesmente insano, ou totalmente louco, mas eu talvez traduzisse como louco de pedra para não desvirtuar a aplicação deste elemento de embelezamento (talvez seja um bocado abrasileirado, mas ainda assim bem melhor que a opção escolhida).

O nosso Mourinho terá sido o grande precursor da tradução literal de expressões idiomáticas, com a sua já famosa No eggs, no omolettes (que é como quem quereria dizer Can't make bricks without clay), mas apesar de ser um ícone nacional, não há necessidade de se lhe seguirem todas as pisadas...
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