quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Feliz 2010!!!

Desfrutem o palco da vida e acelerem o ritmo em 2010.

O tempo não perdoa, por isso não há razão para que nós lhe perdoemos!


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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Acham que...

... eu podia escrever um livro?

Eu gostava, mas não sei muito bem sobre o quê.

Além disso, acho que não tenho assim muito tempo para dedicar a essa actividade.

Ainda por cima, é preciso um trabalho de pesquisa brutal, não é?

Esta é uma abordagem um bocado leviana para um tema tão nobre, mas nem tudo o que é sério tem de começar de forma séria. Ou será que tem?
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Frozen

É como eu poderia ter ficado ontem de manhã a caminho do trabalho. Mas não. Fiquei apenas com o cérebro parado durante uns milésimos de segundo só para tentar perceber se era imaginação ou realidade. Eu conto, pronto...

Acho que quase todos nós já tivemos os chamados déjà vu ou sensações que não sendo esta, parecem roçar o extra-sensorial. Eu pelo menos já tive várias e às vezes chego mesmo a achar que, dada a frequência, terei queda para medium.

A mais recente foi ontem. Estava eu na marginal a ouvir a Comercial e a pensar com os meus botões nos miúdos dos Ídolos e no meu gosto pela música e por cantar, quando me ocorreu uma cena passada há uns anos largos na Zambujeira numas férias de Verão. Andava eu com uma amiga e um amigo dela pelas ruas da Janbugêra (como ele dizia, alentejano de gema) falando (sim, já estou a entrar no espírito do Alentejo também) de música e de gostos musicais, e lembro-me que comecei a trautear o Frozen da Madonna (agora que penso nisto, acho que já não trauteio tanto em público como antigamente... o avançar da idade havia de trazer algum benefício a alguém que não a mim...). O moço ficou visivelmente surpreendido, elogiou a minha voz e disse há aí qualquer coisa. A minha amiga - cumprindo na perfeição o seu papel de amiga! - disse que realmente eu cantava bué da bem. Para além disso mencionou que eu sabia as letras todas, facto que se revelava sempre extremamente perturbador para quem me rodeava em locais com música ambiente. Agora que penso nisto, hoje em dia serei bem menos perturbadora a este nível do que há uns anos atrás...

Estava a deambulação a acabar e acontece o quê? A Comercial começa a rodar nesse instante o Frozen. Foi aqui que se deu a paragem cerebral porque houve um momento em que não percebi se estava de tal modo embebida no pensamento e era isso que me fazia ouvir a música ou se na realidade a música estava mesmo a rodar. Pois, estava mesmo. Há que contextualizar e dizer que já não ouvia o tema há meses ou mesmo anos e numa estação de rádio então julgo que há muito mais. Os peritos de serviço em playlists darão a sua achega se acharem pertinente.

Enfim. Mais uma história para contar aos netos.
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domingo, 27 de dezembro de 2009

Centésima mensagem

Para assinalar uma indecisão do momento (sendo que o momento dura quase 2 meses...).

Já diziam os outros Should I stay or should I go?



Pois... that's the prob!

Se alguém quiser armar-se em conselheiro espiritual, be my guest!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

"Tudo"-terapia em Catalão

Relaxamento, meditação, respiração, riso, enfim... de tudo um pouco.

Espectacular! Mais espectacular ainda lembrar os tutores a cada minuto para hablar em castellano. Não é por nada, mas ajuda... digo eu. É que o Catalão consegue parecer-me quase uma espécie de Russo aos ouvidos. A nível de sonoridade aproxima-se bem mais do Português (daí o Russo e assim...) mas cada palavra parece digna do dialecto principal de uma daquelas obras literárias habitadas por seres algures entre o humano e o alienígena.

É que a malta já ria (indo às lágrimas) quando não era para rir e já não massajava o parceiro quando era de massajar, por isso todas as ajudas para tornar o momento mais entendível seriam bem vindas.
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domingo, 20 de dezembro de 2009

Happy X-mas!

Here he comes again.

And here I go again [usurpar o postal de Natal para uso próprio*].



Desculpa lá, oh David, mas não há como resistir.

Se eu fosse uma colega minha de trabalho diria para casarem com o Natal (= Marry Christmas... duhhhh) mas como sou porreira digo apenas para passarem por ele da melhor forma que puderem e chegarem ao próximo com a mesma pujança (para quem é de pujança).

* Achava eu... mas fui ver o período natalício do ano passado e não há vídeo do David. Estranho... ia jurar que tinha colocado. Ou será que ele não enviou? Ou será que tentei pôr mas por uma razão técnica qualquer não consegui? Bem... não vale a pena continuar a saga porque a memória não se me vai avivar.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Olha que giro!

Juro que não foi de propóstio, mas faz exactamente dois meses que não escrevia aqui. A minha vida é um caos (confirma-se) e entre família, amigos, trabalho e algumas actividades lúdicas, não sobra muito tempo.

Ando a pôr-me à prova. Depois de ter sido desinquietada para sair do país real, ando a expôr-me o mais possível àquilo que seria o desenraizamento que me propõem. No espaço de 2 semanas é a segunda vez que estou fora do país on my own. Nem sei que diga... acho que o ambiente envolvente conta muito. Sol e calor seriam a chave para eu me sentir bem (ou pelo menos, menos mal) em qualquer sítio. A verdade é que sem esses factores e os outros que me aquecem a alma, não sei se vou ser gaja para o desafio. Ainda para mais sabendo o cinzento que me espera. Mas a verdade é que com o desafio laboral, julgo que mesmo que o céu ficasse roxo às bolinhas cor-de-laranja eu não iria dar por isso. Isto também é capaz de não ser muito positivo...

No entanto, e tendo desejado tantas vezes que a minha vida desse uma reviravolta, acho que como desafio de vida é irrecusável. Já me têm perguntado se já decidi. A resposta é "Não". Quando vou decidir? Acho que quando me obrigarem a tal. E não deve faltar muito [medo].

The uggliest necklace ever

Não se deve dizer mal dos presentes de Natal, pois não? Aliás, para não demonstrarmos ser pobres e mal agradecidos não devemos dizer mal de presente algum. E para provarmos ser umas boas (excelentes!) almas devemos até dizer bem de tudo, não é? Paciência... eu serei um ser abjecto mas a verdade é que fui presenteada com uma coisa que para ser "cocó fumegante" só lhe falta fumegar. Sabem o que é abrir um presente, a pessoa perguntar-nos se gostamos, esboçarmos um sorriso escancarado e dizer com ar de agradecimento profundo "SIM!!!"? Mas ao mesmo tempo que o fazemos, temos a certeza que jamais envergaremos tal adereço e que o local mais apropriado será mesmo uma gaveta (arraçada de caixote do lixo) escura numas catacumbas de que o mundo se esqueceu.

A parte do cocó é mesmo a sério. Bolas castanhas de um material que nem me atrevo a imaginar o que será (com medo que seja o dito fossilizado, por exemplo) e que nos faz sentir uma sanita entre a defecação e o puxar o autoclismo.

Há coisas (pessoas) que nunca mudam!