quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Nostalgias

.

Estava eu ali recostadita no sofá a ver têvê, quando me aparece o assobio do Verão mais Azul de todo o sempre. O Verão Azul está para as minhas lágrimas assim como a campaínha do Pavlov está para a salivação do seu cão. Não sei muito bem porquê este sentimento, juro. Há tantas outras séries e efemérides que de alguma forma marcaram os meus tempos de menina que não me causam sensação idêntica. O que recordo do Verão Azul, mais do que os nomes ou o enredo propriamente dito, é a perfeita simbiose que existia entre todos os personagens, as várias faixas etárias envolvidas e as preocupações recíprocas que ali existiam. Acho que é essencialmente o facto de naquela altura me inserir na faixa etária menor e agora estar um pouquito mais avançada, que me deixa com uma sensação de semi-vazio. Talvez nesta altura gostasse de ter um alguém pequenino meu a quem mostrar aquele verão tão perfeito, e que, por essa via, também eu pudesse reviver tudo pelos olhos de uma criança. Ou então é pura e simplesmente a melodia que me transporta para um universo de esperança e sorrisos genuínos. Ou talvez seja até uma mistura bem doseada de todos estes ingredientes. Mas as lágrimas não são de tristeza. São antes lágrimas de constatação de que quando as páginas da vida são viradas, ao contrário de um livro, não há hipótese de voltar atrás para recuperar aquele pormenorzinho a que estivemos mais desatentos. Resta-nos, sim, a hipótese de, ao invés de devorar o livro como se não houvesse amanhã, saboreá-lo com a certeza de que o amanhã chegará mas que os amanhãs não se repetem no livro do lado.

E este post era mesmo sobre o quê? Ah, sim... o Verão Azul. Aqui fica, em jeito de recordação e homenagem, um conjunto de imagens bem demonstrativas daquilo que sinto quando oiço o assobio.



























.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Impermeabilidade

Não compreendo. Porque é que alguém nos consulta para opinar sobre algo e, mesmo antes de fazer a pergunta, já está disposto a ignorar a nossa resposta? Se é para isto, não vale a pena pedir opiniões, digo eu...

Confesso que me irrita solenemente perder o meu tempo e paciência a justificar as minhas posturas sobre os assuntos e ser interrompida a cada duas palavras com a reafirmação de que a proposta inicial tem de prevalecer. Pior mesmo é chegar ao fim da conversa e a outra pessoa dizer que vai levar a sua avante porque não há outra hipótese. Pergunto de novo. Se não havia mesmo outra hipótese, para quê a consulta?

Quando chega à fase do tem mesmo de ser assim e se não concordares, vai aos chefes e eles vão dizer que sim. Ai sim? Digo eu... cool. A alusão à intervenção das chefias não me assusta. Pensei que as pessoas já tivessem percebido isso. Aliás, sou a primeira a requerer a sua intervenção quando a impermeabilidade se revela extremamente incómoda e contra-producente.

Acabaram os tempos de flexibilização só porque sim. As pessoas têm de crescer, quanto mais não seja no relacionamento com os pares e se for necessário chamar alguém do Olimpo para as chamar à razão e lhes dar um valente puxão de orelhas, seja! Também podem puxar as minhas que eu não me importo. Desde que seja por uma razão plausível, naturalmente.

OOOOHHHHHMMMMM....
.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Ha-des-de-le sequepeledepe...

Tão difícil de decifrar e entender como o título do post (se bem que eu acredito nas potencialidades de alguns de vós por aí e na falta de sentido crítico de outros...) é a sensação de aconchego que nos inunda e se deixa estar a apaziguar-nos a mente e a alma de quando em vez.

Não há negrumes nem vitórias laborais que consigam suplantar esta coisa de estarmos vivos, deixarmos viver e dar-mo-nos sem limites nem barreiras.

Ser como somos sem ter de fingir aqui e ali só para agradar e não chocar.

Dizer disparates até à exaustão sem nunca nos cansarmos (de nós próprios e dos outros).

Sentir aquela cumplicidade boa que se sabe que não se encontra a ponte a pé.

Esperar determinadas reacções e ditos alheios e sentir que podíamos ter sido nós a tê-lo-ziu.

E principalmente, acabar a jornada e não temer que não haja próxima.
.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Sun-shiny Day

Life's made of contrasts. We need to take advantage and smile openly to every single moment that shines. That's it!!!


quarta-feira, 5 de agosto de 2009

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Chefe... mas pouco

Gosto de chefes que aparecem e desaparecem enquanto o diabo esfrega um olho. Para dizer a verdade, é mais preponderante e duradouro o desaparecimento do que o aparecimento. E gosto ainda mais quando aparecem e sugerem acções que (por acaso) até já estão mais que pensadas e postas em prática pelos subordinados. Também adoro quando só respondem a questões sob coacção, ou seja, com conhecimento ao seu chefe. E sei lá... gosto tanto de tantas outras constatações e feitos, que era capaz de ficar a noite toda a enumerá-los. Mas, convenhamos que posso ocupar o meu tempo com actividade bem mais interessante.
.

De cortar à faca


É como são alguns ambientes de trabalho. Ou pelo menos algumas pessoas que neles habitam. No sentido figurado e literal. Não, não dei em Dexter nem pretendo...
.

domingo, 2 de agosto de 2009

Para que saibam!

As gaijas de ciências também dão cartas nas línguas. Nem todas, é certo, nem todas.

Infrequente

adjectivo uniforme

não frequente; raro

(Do lat. infrequente-, «pouco numeroso»)

(Cortesia Infopedia)

E eu sou lá sou pessoa para inventar alguma coisa? [Fugindo]
.

sábado, 1 de agosto de 2009

Back to Combat







Isto há gostos para tudo...

Eu rendi-me de novo.