quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Feliz 2010!!!

Desfrutem o palco da vida e acelerem o ritmo em 2010.

O tempo não perdoa, por isso não há razão para que nós lhe perdoemos!


.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Acham que...

... eu podia escrever um livro?

Eu gostava, mas não sei muito bem sobre o quê.

Além disso, acho que não tenho assim muito tempo para dedicar a essa actividade.

Ainda por cima, é preciso um trabalho de pesquisa brutal, não é?

Esta é uma abordagem um bocado leviana para um tema tão nobre, mas nem tudo o que é sério tem de começar de forma séria. Ou será que tem?
.

Frozen

É como eu poderia ter ficado ontem de manhã a caminho do trabalho. Mas não. Fiquei apenas com o cérebro parado durante uns milésimos de segundo só para tentar perceber se era imaginação ou realidade. Eu conto, pronto...

Acho que quase todos nós já tivemos os chamados déjà vu ou sensações que não sendo esta, parecem roçar o extra-sensorial. Eu pelo menos já tive várias e às vezes chego mesmo a achar que, dada a frequência, terei queda para medium.

A mais recente foi ontem. Estava eu na marginal a ouvir a Comercial e a pensar com os meus botões nos miúdos dos Ídolos e no meu gosto pela música e por cantar, quando me ocorreu uma cena passada há uns anos largos na Zambujeira numas férias de Verão. Andava eu com uma amiga e um amigo dela pelas ruas da Janbugêra (como ele dizia, alentejano de gema) falando (sim, já estou a entrar no espírito do Alentejo também) de música e de gostos musicais, e lembro-me que comecei a trautear o Frozen da Madonna (agora que penso nisto, acho que já não trauteio tanto em público como antigamente... o avançar da idade havia de trazer algum benefício a alguém que não a mim...). O moço ficou visivelmente surpreendido, elogiou a minha voz e disse há aí qualquer coisa. A minha amiga - cumprindo na perfeição o seu papel de amiga! - disse que realmente eu cantava bué da bem. Para além disso mencionou que eu sabia as letras todas, facto que se revelava sempre extremamente perturbador para quem me rodeava em locais com música ambiente. Agora que penso nisto, hoje em dia serei bem menos perturbadora a este nível do que há uns anos atrás...

Estava a deambulação a acabar e acontece o quê? A Comercial começa a rodar nesse instante o Frozen. Foi aqui que se deu a paragem cerebral porque houve um momento em que não percebi se estava de tal modo embebida no pensamento e era isso que me fazia ouvir a música ou se na realidade a música estava mesmo a rodar. Pois, estava mesmo. Há que contextualizar e dizer que já não ouvia o tema há meses ou mesmo anos e numa estação de rádio então julgo que há muito mais. Os peritos de serviço em playlists darão a sua achega se acharem pertinente.

Enfim. Mais uma história para contar aos netos.
.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Centésima mensagem

Para assinalar uma indecisão do momento (sendo que o momento dura quase 2 meses...).

Já diziam os outros Should I stay or should I go?



Pois... that's the prob!

Se alguém quiser armar-se em conselheiro espiritual, be my guest!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

"Tudo"-terapia em Catalão

Relaxamento, meditação, respiração, riso, enfim... de tudo um pouco.

Espectacular! Mais espectacular ainda lembrar os tutores a cada minuto para hablar em castellano. Não é por nada, mas ajuda... digo eu. É que o Catalão consegue parecer-me quase uma espécie de Russo aos ouvidos. A nível de sonoridade aproxima-se bem mais do Português (daí o Russo e assim...) mas cada palavra parece digna do dialecto principal de uma daquelas obras literárias habitadas por seres algures entre o humano e o alienígena.

É que a malta já ria (indo às lágrimas) quando não era para rir e já não massajava o parceiro quando era de massajar, por isso todas as ajudas para tornar o momento mais entendível seriam bem vindas.
.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Happy X-mas!

Here he comes again.

And here I go again [usurpar o postal de Natal para uso próprio*].



Desculpa lá, oh David, mas não há como resistir.

Se eu fosse uma colega minha de trabalho diria para casarem com o Natal (= Marry Christmas... duhhhh) mas como sou porreira digo apenas para passarem por ele da melhor forma que puderem e chegarem ao próximo com a mesma pujança (para quem é de pujança).

* Achava eu... mas fui ver o período natalício do ano passado e não há vídeo do David. Estranho... ia jurar que tinha colocado. Ou será que ele não enviou? Ou será que tentei pôr mas por uma razão técnica qualquer não consegui? Bem... não vale a pena continuar a saga porque a memória não se me vai avivar.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Olha que giro!

Juro que não foi de propóstio, mas faz exactamente dois meses que não escrevia aqui. A minha vida é um caos (confirma-se) e entre família, amigos, trabalho e algumas actividades lúdicas, não sobra muito tempo.

Ando a pôr-me à prova. Depois de ter sido desinquietada para sair do país real, ando a expôr-me o mais possível àquilo que seria o desenraizamento que me propõem. No espaço de 2 semanas é a segunda vez que estou fora do país on my own. Nem sei que diga... acho que o ambiente envolvente conta muito. Sol e calor seriam a chave para eu me sentir bem (ou pelo menos, menos mal) em qualquer sítio. A verdade é que sem esses factores e os outros que me aquecem a alma, não sei se vou ser gaja para o desafio. Ainda para mais sabendo o cinzento que me espera. Mas a verdade é que com o desafio laboral, julgo que mesmo que o céu ficasse roxo às bolinhas cor-de-laranja eu não iria dar por isso. Isto também é capaz de não ser muito positivo...

No entanto, e tendo desejado tantas vezes que a minha vida desse uma reviravolta, acho que como desafio de vida é irrecusável. Já me têm perguntado se já decidi. A resposta é "Não". Quando vou decidir? Acho que quando me obrigarem a tal. E não deve faltar muito [medo].

The uggliest necklace ever

Não se deve dizer mal dos presentes de Natal, pois não? Aliás, para não demonstrarmos ser pobres e mal agradecidos não devemos dizer mal de presente algum. E para provarmos ser umas boas (excelentes!) almas devemos até dizer bem de tudo, não é? Paciência... eu serei um ser abjecto mas a verdade é que fui presenteada com uma coisa que para ser "cocó fumegante" só lhe falta fumegar. Sabem o que é abrir um presente, a pessoa perguntar-nos se gostamos, esboçarmos um sorriso escancarado e dizer com ar de agradecimento profundo "SIM!!!"? Mas ao mesmo tempo que o fazemos, temos a certeza que jamais envergaremos tal adereço e que o local mais apropriado será mesmo uma gaveta (arraçada de caixote do lixo) escura numas catacumbas de que o mundo se esqueceu.

A parte do cocó é mesmo a sério. Bolas castanhas de um material que nem me atrevo a imaginar o que será (com medo que seja o dito fossilizado, por exemplo) e que nos faz sentir uma sanita entre a defecação e o puxar o autoclismo.

Há coisas (pessoas) que nunca mudam!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Probabilidade = 0

A propósito da Gripe A, transmitiu hoje a SIC o programa Grande Reportagem com os bastidores do apoio e diagnósico da doença à população portuguesa (entenda-se "Saúde 24" e centros de saúde/hospitais).

A lamentável situação ocorre num gabinete de consulta médica de um centro de saúde da grande Lisboa, com uma doente a envergar máscara, sentada numa marquesa e rodeada de duas ou três profissionais de saúde (julgo, enfermeiras). Nos hospitais tugas trata-se logo de pôr os doentes à vontade tratando-os por "tu". Juro que se me fizessem o mesmo, devolvia na mesma moeda (mas isto sou eu que tenho um mau feitio daqueles...) para ver se gostavam da receita.

Diz-se duas ou três vezes à doente que tem de ser encaminhada para um serviço especializado e que lá vão fazer-lhe uma zaragatoa. O nome da intervenção já é suficientemente assustador proferido uma única vez, imagine-se repetido duas ou três... A doente, com ar visivelmente combalido e expressão desconfiada (para não dizer "aterrorizada") tem a coragem de perguntar: O que é uma zaragatoa? A enfermeira, com tranquilidade, tem ainda mais coragem de lhe responder que é uma análise que lhe vão fazer, que não é dolorosa, para analisar o exsudado. De facto, a expressão idiomática Um male nunca vem só, cumpre os seus desígnios de vez em quando.

Pergunto eu: Qual a probabilidade de uma pessoa que não sabe o que significa a palavra zaragatoa saber o que significa exsudado? A resposta está no título.

Conselho de profissional de saúde a quem for alvo da mesma questão por parte de um leigo: É um exame que consiste em retirar um bocadinho das secreções acumuladas na garganta com uma espécie de um cotonete.

Tenho dito.
.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Será que estou mesmo "pesada"?

Há uns dias soube que a minha ex-chefe do meu anterior emprego comentou com outra colega que eu me tornei pesada. Pesada no sentido de só falar de trabalho. Terá ornamentado a afirmação com: ela era uma rapariga tão bem disposta, falava das férias e das viagens... e agora só fala de trabalho!

Apesar de este comentário não me preocupar nem me chocar (ainda por cima vindo de quem vem...), dei por mim a matutar no tema e a tentar perceber se haverá aqui um pingo de verdade. De facto, o trabalho actual absorve bem mais o meu pensamento e tempo (na realidade, mais tempo, logo mais tempo a pensar) e acho que falo mais de trabalho num âmbito extra-laboral do que antigamente. No entanto, acho que não massacro ninguém (se calhar só um bocadinho, vá... que se acusem se assim acharem) e continuo a falar de lazer como noutros tempos.

Acho que a impressão causada até pode ser real, mas o facto de abordar quase exclusivamente o tema do trabalho apenas se deve a não ter muito mais do que falar com aquela pessoa. Aquilo que fez com que os nossos caminhos se cruzassem foi o trabalho e acho que se vivermos mais 50 anos, sempre que a encontrar será inevitável pensar em trabalho.

Além do mais, há certas pessoas com quem não devemos abordar assunto importantes da nossa vida pessoal (aliás, mesmo os menos importantes devem ser abordados superficialmente), sob pena de a especulação sobre a nossa vida a tornar numa novela hiper-mega-dramática na qual já nem nos reconhecemos como personagem principal.
.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Melgas auditivas

Sou atreita a melgas. Daquelas que picam levando consigo uma porção jeitosa do nosso vermelhinho fluido corporal. Já que destas não me safo, poderia pelo menos estar protegida contra as outras. Mas não.

As melgas auditivas não são mais do que aqueles senhores e senhoras de voz muito bem colocada que repetem o nosso nome de forma exaustiva numa chamada telefónica que desencadeiam para nos apresentar um serviço ou um produto, ou, ou... Facto extremamente irritante: O número de telefone é anónimo, o que faz com que não possamos gravá-lo na nossa agenda de contactos com um nome sugestivo como "Too annoying" ou "Be afraid" para torná-lo imediatamente reconhecível e não atendível.

Eu adoptei a técnica de educadamente pousar o telefone num local suficientemente distante do meu ouvido mas ao alcance da mão, para apenas poder ir verificando de quando em quando se a chamada já foi terminada. Garanto que não há melhor medida. A comprová-lo, o facto de nestas ocasiões apenas ter tido necessidade de fazer a tal verificação uma vez. Recomendo!
.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

When leaving becomes a constant

But not for you, for others. You get used to people (even when they are not so nice and kind as you think they shoud be) and then, suddenly, the day after they stop moving around you.

It is a reality nowadays but yet a shame that this country and economy are going through such a dark period. I wonder whether companies can survive with even more lean structures than those already practiced.

It's sad to see people being treated as disposable devices. Today they are a key element but tomorrow no one will bother if they don't showp up simply because someone said they didn't have to come back.

Sometimes I wonder if it is best to be on the side of those who stay. Yeah... at the end of the day, and trying to be as rationale as possible (not very difficult to me indeed), I think it still is. Neverthless this feeling of emptiness inside is taking my sleep away...
.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Nostalgias

.

Estava eu ali recostadita no sofá a ver têvê, quando me aparece o assobio do Verão mais Azul de todo o sempre. O Verão Azul está para as minhas lágrimas assim como a campaínha do Pavlov está para a salivação do seu cão. Não sei muito bem porquê este sentimento, juro. Há tantas outras séries e efemérides que de alguma forma marcaram os meus tempos de menina que não me causam sensação idêntica. O que recordo do Verão Azul, mais do que os nomes ou o enredo propriamente dito, é a perfeita simbiose que existia entre todos os personagens, as várias faixas etárias envolvidas e as preocupações recíprocas que ali existiam. Acho que é essencialmente o facto de naquela altura me inserir na faixa etária menor e agora estar um pouquito mais avançada, que me deixa com uma sensação de semi-vazio. Talvez nesta altura gostasse de ter um alguém pequenino meu a quem mostrar aquele verão tão perfeito, e que, por essa via, também eu pudesse reviver tudo pelos olhos de uma criança. Ou então é pura e simplesmente a melodia que me transporta para um universo de esperança e sorrisos genuínos. Ou talvez seja até uma mistura bem doseada de todos estes ingredientes. Mas as lágrimas não são de tristeza. São antes lágrimas de constatação de que quando as páginas da vida são viradas, ao contrário de um livro, não há hipótese de voltar atrás para recuperar aquele pormenorzinho a que estivemos mais desatentos. Resta-nos, sim, a hipótese de, ao invés de devorar o livro como se não houvesse amanhã, saboreá-lo com a certeza de que o amanhã chegará mas que os amanhãs não se repetem no livro do lado.

E este post era mesmo sobre o quê? Ah, sim... o Verão Azul. Aqui fica, em jeito de recordação e homenagem, um conjunto de imagens bem demonstrativas daquilo que sinto quando oiço o assobio.



























.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Impermeabilidade

Não compreendo. Porque é que alguém nos consulta para opinar sobre algo e, mesmo antes de fazer a pergunta, já está disposto a ignorar a nossa resposta? Se é para isto, não vale a pena pedir opiniões, digo eu...

Confesso que me irrita solenemente perder o meu tempo e paciência a justificar as minhas posturas sobre os assuntos e ser interrompida a cada duas palavras com a reafirmação de que a proposta inicial tem de prevalecer. Pior mesmo é chegar ao fim da conversa e a outra pessoa dizer que vai levar a sua avante porque não há outra hipótese. Pergunto de novo. Se não havia mesmo outra hipótese, para quê a consulta?

Quando chega à fase do tem mesmo de ser assim e se não concordares, vai aos chefes e eles vão dizer que sim. Ai sim? Digo eu... cool. A alusão à intervenção das chefias não me assusta. Pensei que as pessoas já tivessem percebido isso. Aliás, sou a primeira a requerer a sua intervenção quando a impermeabilidade se revela extremamente incómoda e contra-producente.

Acabaram os tempos de flexibilização só porque sim. As pessoas têm de crescer, quanto mais não seja no relacionamento com os pares e se for necessário chamar alguém do Olimpo para as chamar à razão e lhes dar um valente puxão de orelhas, seja! Também podem puxar as minhas que eu não me importo. Desde que seja por uma razão plausível, naturalmente.

OOOOHHHHHMMMMM....
.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Ha-des-de-le sequepeledepe...

Tão difícil de decifrar e entender como o título do post (se bem que eu acredito nas potencialidades de alguns de vós por aí e na falta de sentido crítico de outros...) é a sensação de aconchego que nos inunda e se deixa estar a apaziguar-nos a mente e a alma de quando em vez.

Não há negrumes nem vitórias laborais que consigam suplantar esta coisa de estarmos vivos, deixarmos viver e dar-mo-nos sem limites nem barreiras.

Ser como somos sem ter de fingir aqui e ali só para agradar e não chocar.

Dizer disparates até à exaustão sem nunca nos cansarmos (de nós próprios e dos outros).

Sentir aquela cumplicidade boa que se sabe que não se encontra a ponte a pé.

Esperar determinadas reacções e ditos alheios e sentir que podíamos ter sido nós a tê-lo-ziu.

E principalmente, acabar a jornada e não temer que não haja próxima.
.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Sun-shiny Day

Life's made of contrasts. We need to take advantage and smile openly to every single moment that shines. That's it!!!


quarta-feira, 5 de agosto de 2009

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Chefe... mas pouco

Gosto de chefes que aparecem e desaparecem enquanto o diabo esfrega um olho. Para dizer a verdade, é mais preponderante e duradouro o desaparecimento do que o aparecimento. E gosto ainda mais quando aparecem e sugerem acções que (por acaso) até já estão mais que pensadas e postas em prática pelos subordinados. Também adoro quando só respondem a questões sob coacção, ou seja, com conhecimento ao seu chefe. E sei lá... gosto tanto de tantas outras constatações e feitos, que era capaz de ficar a noite toda a enumerá-los. Mas, convenhamos que posso ocupar o meu tempo com actividade bem mais interessante.
.

De cortar à faca


É como são alguns ambientes de trabalho. Ou pelo menos algumas pessoas que neles habitam. No sentido figurado e literal. Não, não dei em Dexter nem pretendo...
.

domingo, 2 de agosto de 2009

Para que saibam!

As gaijas de ciências também dão cartas nas línguas. Nem todas, é certo, nem todas.

Infrequente

adjectivo uniforme

não frequente; raro

(Do lat. infrequente-, «pouco numeroso»)

(Cortesia Infopedia)

E eu sou lá sou pessoa para inventar alguma coisa? [Fugindo]
.

sábado, 1 de agosto de 2009

Back to Combat







Isto há gostos para tudo...

Eu rendi-me de novo.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

O meu mal é...

preguiça? Cansaço? Falta de ideias? Nada para contar ou dizer?

Bem... de entre as várias hipóteses, não consigo decidir-me por uma. Acho que acaba por ser um misto das três primeiras. Sim, porque coisas para dizer (que Deus me proteja) tenho sempre para dar e vender. Talvez até demais.

Talvez o calor do Verão (sim, está calor neste Verão e calor que dura!), que em conjunto com uma astenia geral que me afecta, também me faça estar tão ausente. Mas assumo aqui e agora o compromisso perante a minha vasta audiência e eu própria, de que me voltarei a dedicar a este canto nem que seja com um pensamento do dia. Ou uma imagem marcante. Vale tudo menos o marasmo bloguístico.

sábado, 27 de junho de 2009

O meu primeiro disco de gente crescida

Foi este:



Sem dúvida, um génio musical.

Thriller's over. R.I.P.
.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Current mental focus

.
I will only permit myself slight body and brain movements. Maybe an exception to some workout only... I feel good!!!
.

sábado, 30 de maio de 2009

Totally pissed off now

What if you are trying to fix the mess created by others and at the end of the day you are threatned by your lovely colleagues because you are busy with a very important matter and you cannot react to their requests in 20 minutes? And when you do (after 1 hour) and your feedback is negative because, again, no one's paying attention to your previous directions, you are told that you are not capable? Yes... very challenging environment, indeed. But not for me.

Level of education of people at work should be a bit higher than this, don't you think? I'm not a spoiled person who can't stand criticism but I assume my tolerability limit is somehow lower than average people's limit. Probably because I treat others with the respect I think everyone deserve.

About one year ago I decided my life would have to change. In fact, some months after it changed. I do not regret having quit from my previous job because it started to be unbearable and made me feel very sad on a daily basis. Today, I am entirely sure that I will have to change something again. I cannot force other people to change their behaviour and I am not sure if people who fully support me (bosses, as a matter of fact) are willing to do something in this respect. I hope they are. Or not... have to think a little more about this.

.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Ah e tal... imagina daqui a 3 anos...

Dá vontade de dizer, tá bem abelha.

É bom ter desafios diários, sim. Mas será necessário termos de ser espremidos até ao tutano? É o velho problema. É difícil o equílibrio. Se estamos tranquilamente instalados à sombra da bananeira, queremos que nos caia um cacho em cima da tola para ver se despertamos para a vida. Depois de o cacho cair achamos uma chatice o sobressalto e perguntamos porque é que nos aconteceu a nós. Depois há aqueles a quem cai em cima o bananal inteiro e, de tão soterrados, já nem sabem quem são para sequer desejar voltar a ser o que eram antes.

Daqui a 3 anos, a ver vamos... prognósticos só no fim do jogo, que eu não sou cá de arriscar muito!

domingo, 12 de abril de 2009

Memórias

Deve ser das lembranças de miúda a que mais me ocorre. Julgo mesmo que foi assim que ganhei o gosto pelo desporto e, mais especificamente, por correr (ou fugir, como dizem os não entendedores). Aconteciam aos Domingos de manhã do despertar para a adolescência as sessões de ginástica ao ar livre que tinham o meu pai como impulsionador e grande mentor. As discípulas, eu e coleguinhas de escola já algo preocupadas com a linha e hábitos de vida saudáveis, cumpríamos aquele ritual domingueiro com uma devoção e energia tremendas. A mim cabia-me ainda um enorme sentimento de orgulho por ser sangue do sangue de quem nos proporcionava tal despertar. As pernas atléticas do meu pai eram altamente cobiçadas. A primeira vez que ouvi este comentário fiquei sem saber o que pensar, talvez porque por só conhecer aquelas pernas fantásticas de pai, achasse que todos os pais as teriam iguais. Para além disso, talvez o meu desenvolvimento sensorial para captar curvas do sexo oposto estivesse bastante aquém do normal para a idade ou, pelo menos, do das coleguinhas desportistas. As pernas do meu pai continuam a ser fantásticas. Alguns anos de futebol semi-profissional e corridas domingueiras fizeram com que aquele portento se mantenha inabalável. E inabalável também se manteve o meu gosto por essas actividades. Hoje, invariavelmente, quando as pratico ou quando as comento, está sempre presente na memória a forma como tudo começou. E é bom...
.

sábado, 11 de abril de 2009

Nem Páscoa nem nada nem...

Ainda está para nascer a quadra que me fará vibrar. De qualquer forma, seria pouco provável que ovos de chocolate e coelhinhos hiperglicémicos me pusessem para aí de sorriso arreganhado. Eu quero mais é sopas e descanso. Pena é que não consiga tê-los debaixo de um sol tórrido, que, isso sim, pôr-me-ia bem mais de bem com a vida. Enquanto não chega o sol nem uma cartola com algo de jeito escondido, vou para aqui aboborando na certeza de que o caos tomará de novo os meus dias.

Entretanto as montras já vão dando lugar ao próximo evento festivo porque não há tempo a perder para fazer os tesos mentalizarem-se de que só lhes são concedidas tréguas (relativas) durante cerca de 1 mês.
.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Blogueira desnaturada, hein?

.


Este blogue fez 1 ano no dia 2 de Abril. Ah pois, é! 73 posts no total não dá uma média invejável mas também não é uma vergonha, pois não? É uma questão de fazer as contas!
.
Cá me e vos espero por mais 1 ano pelo menos para dissertar sobre várias coisas, umas mais lúcidas que outras, mas sempre, sempre, com grande genuinidade!
.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Se fosses uma canção dos U2...

... eras esta.

Acabadinho de fanar do blog do Pedro Ribeiro, resolvi fazer e deu-me este resultado, que acho que é um resumo bem fidedigno da minha pessoa.


Ora tentem os meninos e as meninas.

.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Festival do quê 2009?

Ainda estou antónia com o que vi e ouvi. Que guarda-roupa é aquele?

Aqui vão uns premiozinhos de consolação.

Canção nº 1 (Nucha): Diz que é uma quenga rastejante.
Canção nº 2 (Romana): Oh mãe, ê tamém quere umas calças levis!
Canção nº 3 (Filipa Baptista): Festival OTI da canção já era...
Canção nº 4 (André Rodrigues): Fica lá com os falsetes todos p'ra ti (e já agora com a camisinha vermelha também).
Canção nº 5 (Luciana Abreu): Hey! Ishto é o feshtival! Não é um corsho de Carnaval!
Canção nº 6 (Nuno Norte): És grande! A música é que precisa de uma reviravolta jeitosa.
Canção nº 7 (Fernando Pereira): Fusão perfeita Marco Paulo-Dina-Clemente.
Canção nº 8 (Tayti): Latinamente confusas... e desafinadas... jeeeezzzz
Canção nº 9 (Eva Danim): Guitarra portuguesa com erva daninha, ainda por cima de pernas para o ar, não obrigada!
Canção nº 10 (Francisco Andrade): Tens uma voz do car*lho, oh Francisco, e vais falar para o Festival?!
Canção nº 11 (Flor-de-Lis): O adufe e a guitarra e o canteiro na cabeça da menina.
Canção nº 12 (Nuno e Fábia): Matosinhos espera-vos!

Agora vou voltar para o sofá para pasmar com o resto da emissão. Talvez haja um rescaldo do post. Se eu tiver coração...

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

It feels like...

... I took a ride on a roller coaster. A never ending one.

What the fuck!?

Should I keep on swearing about the thing or should I swear that I will stick to what really matters and make a huge, huge effort to come to my senses? Hhhmmm?

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Eu vi!

Eh pá! O McAvoy é um actor fantástico! Dúvidas houvesse...

Gosto mais da forma como se faz teatro por lá... acho que é menos teatral e, logo, mais realista. E não deixa de ser teatro por causa disso. A nossa escola de actores sempre me desagradou um bocadito por emprestarem tanta teatralidade à coisa. Eu sei que este discurso é um tudo-nada redundante mas é exactamente isto que sempre senti.

O argumento de Three Days of Rain não é das coisas mais fabulosas mas acaba por resultar bem em palco. Os três actores - James McAvoy, Nigel Harman e Lyndsey Marshall - enchem-no com enorme profissionalismo e espectacularidade.

Em cena no Teatro Apollo em Londres até 2 de Maio de 2009.
.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Material de comédia

E de novo, o protagonista é um "fogareiro".

Se a aventura do outro dia já tinha sido digna de relato, a de ontem então é do género "contado ninguém acredita".

Tudo começa com a forma apressada como o taxista sai do carro e se dirige a mim, como se estivesse atrasado para ir para um sítio qualquer. Ocorreu-me o pensamento: Então mas porque é que ele julgará que eu estou com pressa? Não foram precisos dois segundos de rabiosque colado ao assento traseiro para logo perceber a razão da pressa.

A Sra. desculpe por ter o rádio ligado, sim? Mas está a dar um programa muito interessante com este homem fantástico que foi ministro. É um grande homem. O Correia de Campos. Este homem fez muito por este país e eu sempre vou aprendendo umas coisas com ele. Que grande homem! Que grande homem! A Sra. pode apertar o cinto se faz favor? Obrigada... desculpe, sim? Que grande homem. A Sra. não se importa de fechar o vidro? Obrigada, obrigada. Desculpe, desculpe.

Eis senão quando, em vez da voz desse vulto nacional chamado Correia de Campos, o rádio começa a emitir um som roufenho e a voz dessa imensidão de pessoa começa a desvanecer-se progressivamente.

Pan-Pa-Pan-Pan (som das mãozinhas do Sr. a embaterem contra o dito aparelho numa tentativa, infelizmente, mal sucedida de trazer de volta a magnífica criatura). Que chatice! O rádio está velho e agora não posso ouvir este programa tão bom com este homem tão fantástico! Entretanto pensei para comigo: Olha-m'este a querer comparticipação da Je para um rádio novinho em folha! Nem as porradas desesperadas no rádio nem as inúmeras tentativas de sintonização da frequência certa a todo o gás em plena A5, fizeram com com que se voltasse a ouvir a voz do Senhor... Correia de Campos. O que foi, de facto, uma pena. Visível e audivelmente abalado, o taxista desliga o rádio. E o fim estava próximo.

Então, diga-me lá... qual é a área profissional da Sra.? Pensei para comigo: Oooops, e agora como é que eu descalço este tamanco? Lá respondi: Sou farmacêutica.

Ai, que interessante! Sabe que este homem fantástico que foi ministro e que estava agora neste programa, falou muito dos hospitais e dos médicos. Este homem acabou com a dívida das farmácias e dos hospitais... portanto... o país estava muito mal e a dívida era muito grande mas... portanto... ele conseguiu fazer coisas incríveis. Os hospitais... os hospitais são bonitos. Nós entramos num hospital e aquilo agora é bonito. Tem de haver qualidade de vida, portanto, para quem lá trabalha. Os médicos, os doentes, quem lá trabalha. Isso é um mundo... os laboratórios e os médicos e os farmacêuticos, portanto, as coisas que se fazem hoje em dia, não é? As células... eu quero viver até tarde... eu acho que, portanto, vamos viver até aos 200 anos. Essas coisas que hoje inventam... sei lá, portanto, das células e dos genes, não é?

É, é. (Ocorria-me esta ideia: alguém me tira desta viatura?)

Ai, enganei-me... eu queria sair no outro lado... coitada da Sra.... que chatice. Desculpe, sim? E eu lá ia dizendo que não tinha importância e dei indicações para o resto do caminho, sendo que quase fomos fazer turismo para o parque de estacionamento de uma grande superfície comercial e já na minha urbanização, perante a minha indicação À direita, o Sr. encosta à berma. Depois eu disse À esquerda e ele arrancou de novo. Esta última frase é ficção mas achei que ficava bem no figurino.

Já paraditos em frente ao meu prédio - entenda-se, ao meu e ao do outro lado da estrada - faço o pagamento, o Sr. passa o recibo e enquanto guardo troco e recibo na carteira, o Sr. sai do carro. Quando ponho o pé na rua e olho em volta, onde é que ele está? (Agora era capaz de deixar o post por aqui para vos lançar o desafio, mas como já temos adivinhações num blog aí ao lado, e eu não quero ser acusada de imitadora barata, vou poupar-vos) Está exactamente, sem tirar nem pôr, a correr abraçado ao meu trolley de porão e a dois centímetros da porta... do prédio em frente ao meu.

Não é preciso dizer mais, pois não?
.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Ta-rra-ta-ta

Elas vêm assim, de rajada, que é para não termos sequer tempo de processar a(s) anterior(es). Falo das evidências de estarmos, ou não, no nosso país real.

Dentro de um táxi tuga:

M*rda acumulada até ao tecto, que até dava vontade de pedir para sair logo após ter entrado.

Dentro de outro táxi tuga:

Minuto 1: O avião da sra. vinha cheio? É que estou aqui há 3 horas e nada de serviço (coitado... deve ter sido mesmo isso; a isto chama-se a cantiga do bandido ou, numa versão mais provinciana, o discurso (falso) do coitadinho. To be continued...

Minuto 2 e seguintes: Tomada de consciência de que a banda sonora da viatura trauteia refrões como "Estás com ela e não comigo". Dou por mim a pensar se não terei embarcado numa viagem do tempo com laivos de horror.

Minuto 10: Se ele não fosse meu... mas é... e depois dói-me lá na oficina (a respeito da razão pela qual se deve abrandar - quase até parar - nas lombas que as estradas traiçoeiramente apresentam)

Minuto 10,5: A Sra. aqui tem muitos pretos? Eu lá no Cacém é só pretos. Aquilo e a Amadora é como estar em Angola.

Minuto 12: Ora são 30 euritos! Pois claro... 30 euritos de boca por uma viagem que habitualmente custaria 20. Mas como o pobre não tinha serviço há mais de 3 horas, aqui a loira que avance com o carcanhol porque se mora numa zona sem pretos e até anda com um pertátel, não lhe deve fazer falta.

Dentro de uma reunião internacional de quadros médios e altos de uma multinacional:

Todos os temas são bem-vindos e o director da malta incentiva-nos a fazer troca de funções entre países e como analogia apresenta a troca de funções que fez em casa com o seu companheiro, ou seja, foi doméstico por uns tempos. Eu diria que não terá sido por muito porque o génio que ali habita não se pode ficar pela arte que é descongelar um frigorífico (tarefa que no entanto já tinha apagado do seu rol de tarefas domésticas periódicas imprescindíveis).

Mais palavras para quê? Estou esclarecidérrima.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Tenho algum rótulo na testa?

A dizer "alma caridosa de costas largas apara golpes de gente mal-educada, irracional, desequilibrada e incompetente?"

Devo ter, só pode.

Mas de facto o rótulo não corresponde ao conteúdo porque tudo aquilo que entra, sai com um ricochete tremendo e em duplicado ou triplicado ou "eniplicado". Temos pena. A ver vamos no que isto dá porque apesar de as coisas parecerem estar a funcionar a meu favor, há tanto terreno ainda por desbravar, que não sei se tenho alma. Nem os outros, para me aturarem em constante esperneamento.

Já chegava, não?

Fica aqui um apelo aos céus...

sábado, 17 de janeiro de 2009

Venda e tampões auriculares, ohfaxavor!

É do que eu deveria munir-me - se fosse possível - quando entrasse no meu clube de fitness. Quando, entrasse, quando circulasse, quando saísse... enfim... acho que, não fora a necessidade de ter de ver e ouvir para conseguir treinar alguma coisinha de jeito, bem que podia usar ambos os artefactos desde a hora de entrada até à hora de saída.

Não há pachorra para o tom ruidoso de algumas gajas que mais parece que acabaram de tomar speeds antes de ali entrarem. Parece que o que importa é estar sempre muito, muitíssimo, feliz como se não houvesse felicidade igual no mundo e arredores. Extremamente irritante e muito pouco apropriado para o final do dia de trabalho em que já não apetece ser estimulado desta forma.

Muito mais ruido fazem as pessoas que assiduamente comentam as pessoas desconhecidas que as rodeiam, que tecem comentários intermináveis sobre a qualidade das aulas de cada instrutor e, pior ainda, que vivem agarrados em pensamento ao clube que deixaram há 1 ano atrás, continuando a praticar maledicência gratuita. Eh pá, se não gostam, esqueçam, OK? Um ano parece-me tempo mais que suficiente. Na nossa faixa etária, nem um caso de amor mal resolvido demora tanto tempo a curar.

E depois há o ruído visual. Dá para acreditar que há quem, num acto de partilha e boa vontade, brinde o chão que outros pisam com as carradas de células mortas que os seus pezinhos acabaram de expelir (por fricção activa com o utensílio adequado)? E que se cortem unhas que teimam em esvoaçar por impulso do utensílio, também, apropriado?

Honestamente, acho que um destes dias mudo para um ginásio de bairro. Haverá menos probabilidades, digo eu, de me deparar com tanta falta de respeito e de sensatez.

.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

The Folksinger Series - Live acoustic performances

By Lloyd Cole

COMING SOON - January 30 2009

In 1994, in order to evaluate the songs I was writing for the album which became Love Story, I performed four solo acoustic shows at Maxwell's in Hoboken. I was terrified to expose my guitar playing, in fact I was so nervous I practiced to the point that my fingers were in agony and I was unable to perform some of the rehearsed material. I had to wing it. Ironically, this may have actually helped the show. Certainly it established a connection with the audience that I had not previoulsy experienced. I had never had any ambition to be a folksinger, a solo artist, but there I was with only my songs and no-one was leaving.In the early 90s I was still making records for major labels and live performance was for the most part a necessary cog in the promotional machine. I could take it or leave it. I like to travel. Soon however, this would all change and I found myself on the phone to my agent - I said something along the lines of - I think I need to go out and work...For the last ten years or so this has been my job - folksinger. I have two guitars and a plane ticket. I make records still but they don't pay all of the bills - the concerts do. Still, I never thought of documenting the shows until my sound engineer Dan Dryden started on about it - how he actually preferred these shows to the full band show. And then my manager commented that it was strange that I had CDs for sale at a particular show, but not a CD of the show.So here we are. The Folsinger Series is my attempt to document what it is that I do for a living these days. The first two releases are a radio recording (one concert, no retakes) from 2003 from Bremen, Germany, and the best of three nights in Dublin, Spring 2008. If people buy them, maybe I'll make some more. I have some ideas.

Será isto: (Radio Bremen - Folksinger - Volume 1)

Mais isto: (The Whelan - Folksinger - Volume 2)

E, portanto, promete! "Diske" por cá também é lançado no dia 30 de Janeiro. Eu quero!!!

Mais informações no site do senhor Cole, linkado aí do lado direito.

.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

... we'll get everything sorted out!

Que frase fantástica para receber a poucas horas do término de um ano!

... I also believe!

Feliz Ano de 2009!