quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Então não é que...

... o David Fonseca vai fazer a abertura dos concertos dos Keane em Espanha?! Eh pá... para além de isto ser um facto altamente assinalável, agora sinto dupla pena por não ter ganho o passatempo da Antena 3. David Fonseca e Keane na mesma noite, no mesmo espaço, sem ter de fazer algo para além de abanar o capacete, é deveras tentador!

A Rita Redshoes vai abrir o concerto do Coliseu de Lisboa. Também fiquei contentinha e acho que é um excelente passo para ela.

Mas David & Keane é uma combinação estrondosamente tentadora...

Agora vou ali espernear um bocadinho.

domingo, 26 de outubro de 2008

New Week's Thought - 3 weeks to go

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Faltam 3 semanas... e depois serei uma mulher nova! Não, não vou fazer uma plástica. Vou "apenas" mudar de emprego e, como diz o Mug: Pelo menos nos primeiros tempos andas feliz!

Se o trabalho é o local onde passamos a maior parte do tempo em estado acordado, é natural que isso nos faça sentir com novo fôlego e renovados... não?

Eu bem ameacei aqui e aqui.

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Eu na Rádio!

Desta vez, é mesmo aquilo que parece!

A Antena 3 lançou um passatempo para se ganhar uma ida a Barcelona para ver os Keane no primeiro espectáculo da tournée. Consistia em traduzir a letra da canção "The lovers are losing" para a língua Lusitana, tendo em consideração a métrica da música. Quando tomei conhecimento, achei que isto era mesmo à minha medida e não consegui não corresponder. Isto tudo entre agitação mental laboral, uns problemitas oftalmológicos (felizmente já praticamente ultrapassdos) e a preparação da viagem a Paris. Foram dois serões intercalados com estas actividades, que produziram a minha tradução.

Na 5ª feira ao final da tarde, instalada num dos milhentos Starbucks de Paris, recebo uma chamada da Antena 3 a comunicar-me que era uma das finalistas e que iria ser decidido o vencedor na manhã seguinte em directo nas manhãs da 3. Deram-me uns calafrios e disse à Maria João Serra (simpatiquíssima, por sinal!) que nem a letra tinha comigo e se não conseguisse aceder ao e-mail, teria de desistir. Lá consegui ir a um posto de internet localizado bem perto do meu hotel (Ah, santo hotel, que tem (ou se situa perto de) tudo aquilo que um cidadão do mundo pode precisar!) e com algumas tropelias pelo meio, imprimi a minha tradução, ouvi a canção dos Keane no YouTube (já tinha passado quase 1 semana desde a última vez que a ouvira) e lá fui para o hotel com a certeza de que tinha de enfrentar aquele desafio.

Adorei estar à conversa em directo com os animadores da 3 e embora o coração me saltasse na garganta, acabou por ser super divertido e acho que a minha prestação até foi aceitável. Pareceu-me que ficaram todos admirados pelo cuidado com a métrica e com o facto de me manter sempre no tom da canção. A Cláudia Semedo ia mandando umas gargalhadinhas enquanto eu cantava, que depois vim a perceber que eram de satisfação (Uffff...).

Venceu o outro concorrente, que resolveu satirizar a letra e criou uma versão brejeira e bem ao jeito dos Toranja, com muita palavra encavalitada. De qualquer modo, a votação foi renhida. Perdi por 2 - 3 e tenho quase a certeza que obtive o voto das 2 meninas (seres sensíveis e bons :D). Disseram que teriam de me arranjar um prémio de consolação... vou ver se me fornecem a gravação da emissão, sob pena de ser cilindrada pelos meus fãs (gaba-te cesto!) por perderem tal momento fantástico.

sábado, 11 de outubro de 2008

O apelo das sensações

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August Rush é uma verdadeira história de encantar dos dias modernos. Tudo o que se movimenta no plano do sensorial fascina-me e este filme deixou-me perfeitamente rendida. Ao longo do filme não consegui deixar de pensar várias vezes em O Perfume de Patrick Suskind porque ambos me transportaram para o mundo daquilo que não se vê mas que se sente e que acaba por ser muito mais intenso e preponderante do que aquilo que, simplesmente, se vê.

August Rush faz-nos querer continuar a acreditar que aquilo que procuramos paira por aí à espera de ser encontrado e que, inevitavelmente, acabaremos por encontrar. Todo o apelo gira em torno da música, fazendo com que o visionamento (não, não estou a tentar parecer um crítico de cinema mas o termo tem mesmo de ser este!) se assemelhe à escuta de uma melodiosa canção de embalar.

It made my day!

domingo, 5 de outubro de 2008

Eu na TV

O título não é o que parece, descansai. Tudo começou com um: faça favor de entrar, estão a vê-la e a ouvi-la.

É uma frase um tudo-nada aterradora para iniciar algo em que se quer que estejamos mais ou menos à vontade, não? Mais aterrador que a frase, só mesmo a constatação de que era mesmo eu na TV e só eu e a própria TV. Qua diacho... os sinais dos tempos modernos têm de ser assim tão abrangentes?

De qualquer modo, com a quantidade de germes que habitava em mim naquele dia, acho que nem o armagedão me teria abalado (mais).