quarta-feira, 11 de junho de 2008

O meu coração tem cor

De facto, tem. Impossível ficar indiferente e deixar ao passar ao lado os momentos de glória mas também os de tristeza desta nação. Diziam-me no Sábado aquando do jogo Portugal - Turquia: Credo! Pareces um homem, assim com tanta atenção ao futebol.

É verdade que estava com bastante atenção, aliás, como sempre tenho estado desde que me lembro. Para além da atenção, é o sofrimento, o roer de unhas e as palpitações sempre que acontecem lances perigosos. E também quando o rendimento não é o esperado.


Obrigada à Selecção por, julgo que pela primeira vez em muitos campeonatos, poder respirar de alívio (e deixar o povinho respirar de alívio também) logo à primeira oportunidade. Até a nós, que somos os mestres do desenrascanço e gostamos de sofrimento até à última gota, sabe bem de vez em quando deixar o coração ocupar todo o espaço que lhe cabe dentro do peito.

Acredito nesta equipa pela consistência que demonstra e pelos brilhantismos individuais. Falta-nos alguma coisa para a desforra de 2004? Acho que não. Agora é bola p'ra frente!

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